quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Os dias felizes


fazem-se de bolas de sabão...
fazem-se de amor...

E ficam registados pelos olhos e pelas mãos da Mariana Sabido

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O meu filho tem-me em muito boa conta!

Sempre que vê o novo anúncio da intimissimi diz repetidamente mamã, mamã. Já lhe expliquei que não é a mamã, mas o pequeno insiste. Ele lá sabe tirar as parecenças! ;)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O fim-de-semana

Num preâmbulo a cor-de-rosa. 14 mulheres à volta de uma mesa. Vinho rosé. Limonada para as grávidas. Conversas. Surpresas. Corações. Tantos. O meu coração nas mãos daquelas minhas 13 amigas. As nossas semelhanças, as nossas diferenças, mas o nosso amor tão despreocupado com o que nos separa e tão atento ao que nos aproxima. Últimas fotos. Partidas para o Miguel. Risos, tantos risos.
O jantar só terminou no dia seguinte. Às 4 da manhã, quando as 3 últimas pessoas deixavam a minha casa, não podia imaginar que seria o último vislumbre do Guilherme em modo “enclausurado”. Não podia mesmo.

Fiquei desconfiada com o telefonema e com a mensagem para o Miguel, que ainda dormia, a uma hora pouca própria para quem se deitou tão tarde. Resolvi ligar. Perguntei: “A Andreia está em trabalho de parto?” “Já nasceu”, foi o que me responderam. Como fiquei feliz. Essa felicidade que é maior porque nos chega de surpresa, porque me emociona essa correria pela qual não passei quando o Pedro nasceu.
E 29 de Setembro passou a ser também o dia 1 do Guilherme. Desse meu amor mais novo que esperou pelo pai para nascer, que permitiu que a mãe se lembrasse para sempre que a amizade também se veste de cor-de-rosa pink, esse amor mais novo que nos aproxima a cada dia.

E o fim-de-semana seguiu com mais resoluções, com conversas ao almoço sobre o futuro, com a vontade de mudar, de aprender algo novo.
E ainda com mais festejos. A minha mãe festejou 57 anos novamente com um sorriso. Essa minha mãe que é tão minha. Como me comove o que dá ao meu filho, nessa repetição de transformar uma infância em algo tão doce. Como me serena o olhar do meu pai para a minha mãe, a manifestação daquele amor tão longo ainda que numa frase sem grande importância: “Pedro, vai à avó. Avó que mais parece tua tia…” Como me faz feliz tê-la como mãe e ver como a minha vida e a dela se repetem e se cruzam.  

É de dias assim que a vida se faz. Que venham mais.

Quando for grande quero ser diferente...

Passei o fim-de-semana, que foi cheio, com uma preocupação que não me diz respeito. Um fim-de-semana carregado de festejos e boas notícias mas com esse peso, o peso dos problemas dos outros, o peso dos erros dos outros. Senti necessidade de falar nisso inúmeras vezes.
Ontem descobri que me preocupo demais. As pessoas não apareceram nem à hora marcada nem a qualquer outra nem sequer telefonaram. Quando é que eu aprendo?

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Visão bipolar

Eu sofro de visão bipolar!

18 meses depois daquele dia que me trouxe o melhor mas também um nariz de adolescente (private joke ou nem tanto), não estou satisfeita com o meu corpo.
4 anos depois de um casamento volto a entrar num vestido que, quando o comprei para essa ocasião, não me apertava, mas era único. Por isso não me restou alternativa do que emagrecer para caber nele. E coube! E como fiquei feliz na altura e como me achei maravilhosa...

E agora que voltei a vestir esse dito vestido, que já não foi preciso esforço para apertá-lo, não me vi maravilhosa, não senti o mesmo, nem lá perto.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012